sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Introversão e Extroversão Características Possivelmente Pré Determinadas

Volto a escrever sobre mais um texto de nossas aulas, o 14 lido pela turma, este se trata, como o título mesmo já nos diz, sobre as interpretações da psicologia sobre introversão e extroversão, quais seriam os motivos natos ou inatos para que pessoas se retenham mais para si mesmos ou sejam mais abertas para outras pessoas. Como texto é uma narrativa detalhista, e um pouco extensa, e apesar de ter uma fácil leitura, farei um somatório do mais importante, e darei minha opinião geral sobre o texto e o assunto.
O texto é narrado a partir das experiências de vida de uma jornalista chamada Susan, que sofre de "ansiedade social", devido à seu grande medo de falar em público, tendo isso em vista, a narradora  tenta descobrir o motivo desse problema e acaba se deparando com uma pesquisa muito interessante, e a tese base na qual o texto se expande.
A pesquisa feita pelo professor e psicologo Jerome Kagan, a qual Susan usa para debater o assunto no texto, possuía os dados de uma experiência  feita com 500 bebês em um laboratório, a fim de prever qual a natureza da  personalidade de cada indivíduo, ou seja verificar se a criança tenderia mais a ser introvertida, ou extrovertida.  Para testar as personalidades de cada bebê, expuseram cada um deles a um conjunto de novas experiências nunca antes presenciadas por estes, as crianças ouviram gravações de vozes e de balões estourando, assistiam a móbiles dançando por conta própria e tinham de sentir o odor de álcool na ponta de um cotonete.
A teoria era de que cada bebê reagiria de uma forma ou adversa ou indiferente às situações que lhes foram impostas, dependendo da atitude da criança poderia se avaliar o quão uma parte de seus cérebros chamada de Amígdala, responsável por parte da definição e controle da personalidade de um indivíduo, seria sensível, sendo que sensibilidade alta tenderia para uma pessoa mais introvertida, e o oposto extrovertida.
A partir dai Susan percebe que talvez suas reações a intensas situações de interação social sejam causadas por uma hiper sensibilidade de sua amígdala, e decide procurar pelos conselhos do professor Kagan, o qual lhe diz que uma personalidade não somente se é formada por uma parte do cérebro humano, mas sim por uma série de experiências de vida e uma série de outros fatores, como a criação recebida, a educação, que compõe a personalidade de uma pessoa.
Assim sendo a jornalista percebe que o melhor jeito de tenta melhorar sua interação com multidões, e amenizar sua ansiedade neste tipo de situação é enfrentar o próprio medo, então acaba participando de um curso de controle da ansiedade social.
Na minha opinião o texto apresenta uma série de teorias e fatos interessantes, que até então eu não tinha me dado conta, e agora depois de ter lido o texto percebo certa sensibilidade para algumas situações em pessoas ao meu redor, acho totalmente comum um pouco de nervosismo sobre qualquer atividade que se trate de interagir com outras pessoas, uma problemática que apesar de complicada deve ser combatida, visto que somos seres sociais e não podemos viver sem uns aos outros.
Acho que me empolguei bastante sobre relatar o texto e acabei me perdendo sem ter deixado tantas opiniões minhas, porém me identifiquei com o texto, e penso que isso por si só já é uma forma de expressar certa opinião então para não mais prolongar esse post postarei aqui um rápido vídeo sobre introversão e extroversão que acho que pode mostrar uma visão diferente sobre introversão!

Todos os textos podem ser encontrados no seguinte link:
https://sites.google.com/site/unbpsyturmak/

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