sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Luto e Melancolia.

Estamos de volta com mais um post, dessa vez sinto em informar que o post será bem curto, e talvez não seja do agrado de todos. O assunto é um texto sobre a melancolia e sobre o luto escrito por Sigmund Freud.
Eu na minha humilde opinião achei o texto de uma complexidade alta, e por isso não me sinto tão confortável em tentar explicar, exatamente como o autor quis passar, todas as informações contidas no texto, porém tentarei explicar da forma que eu entendi o que li no texto.
O autor começa o texto dando uma definição de luto, um período de grande tristeza demonstrada por uma pessoa ou um grupo, pela perda de algo que era de extrema importância para tais indivíduos, seja tão coisa um ideal, uma pátria ou até mesmo um indivíduo, isto dito com minhas palavras. E diferencia o processo melancólico, do luto, mostrando que ambos são muito parecidos, porém que a melancolia possui um período de existência muito maior, e que a melancolia além de ser gradativa, não concerne ao mundo e sim à própria pessoa que a possui, ou seja, em palavras rasas, para quem sofre de uma perda, o mundo durante o período de tristeza perde sua cor, enquanto na melancolia a própria pessoa é sem cor, ela se sente desencaixada do resto do mundo, o mundo por ela se sentir "ruim" não lhe gera mais interesse. Esses sentimentos não passam com o tempo, enquanto os que estão presentes no luto desaparecem com o passar do tempo, e a atenção do indivíduo é focada em outros problemas que lhe são importantes.
Sinto que é tudo que eu consigo afirmar e explicar sem haver um engano de minha parte, sobre o que concerne às informações do texto, foi muito breve porém acho que foi de certa forma interessante deixar um post pequeno publicado para que seja mais interessante ao leitor o texto por inteiro, pois este é um autor que como nos foi dito em sala pode ser lido da forma que o próprio leitor queira entender.
o texto pode ser encontrado no seguinte link: https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=sites&srcid=ZGVmYXVsdGRvbWFpbnx1bmJwc3l0dXJtYWt8Z3g6MWU2OTgwZWJhOGJiOTg0Nw
Sobre o assunto melancolia, existe um filme do diretor Lars Von Trier, chamado também melancolia, no qual o sentimento de melancolia é explicito em várias formas, e vale a pena conferir apesar de ser um filme muito polêmico e que de certa forma não é para todos os públicos, segue o trailer do filme:
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sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Controle das Emotivo e Corporeo Pela Meditação

Fala pessoal vamos ao texto dessa semana, o texto de número 11, chamado O Lama No Laboratório, como já se é de esperar nesse texto falaremos sobre meditação como forma de controle. Farei um post um pouco mais dinâmico dessa vez, com um breve resumo do texto e minhas opiniões e fatos que achei interessantes sobre o texto.
 O texto conta os estudos feitos por alguns especialistas em psicologia, Richard Davidson e Paul Ekman, sobre o poder das formas de meditação sobre o corpo e a mente. O monge que é de origem ocidental, e treinou 2 anos no Tibete, chamado Oser, demonstrou nos exames que possui várias técnicas de controle sobre suas emoções e seu corpo, e  de forma muito superior a pessoas comuns.
Os testes demonstraram que Oser, enquanto várias outras pessoas alteraram aspectos físicos e mentais de seus estados, em variadas situações manteve suas medidas neutras, não importava os eventos que lhe submeteram, chegando ao ponto de se sentir num "retiro" quando foi isolado em uma câmara fechada, e repetir o processo por conta própria.
Minhas considerações, os testes propostos ao monge foram diversos, e alguns, muito mais que outros, foram extremamente interessantes, como o teste do reconhecimento facial proposto por Ekman, no qual Oser e outro monge foram expostos a várias imagens de rostos, de forma muito breve, aos quais eles deveriam atribuir emoções, raiva, tristeza, entre outras, e foi demonstrado que ambos tinham uma capacidade de reconhecer emoções bem mais desenvolvidas que pessoas não treinadas, e que cada um reconhecia uma emoção em específico com mais facilidade.
É interessante também o fato atentado no texto de que em um dos testes, Oser assistiu a vídeos, que tinham propósitos médicos, porém que causavam aversão nas pessoas que os assistiam, pela grande exposição de sangue e pelo conteúdo muito gráfico, e apesar de saber que havia um ser humano num deles que estava passando por um processo de amputação de membro, o monge não sentiu compaixão pelo sofrimento do paciente, apenas por não enxergar o individuo por inteiro, porém quando viu um homem, que estava todo queimado, tendo sua pele retirada aos poucos Oser sentiu compaixão ao ver o rosto do indivíduo.
Sobre o treinamento corporal e mental, e toda resistência adquirida pelos monges usada para cura e controle, passo esse vídeo que mostra alguns desses processos de meditação e seus resultados, aproveite e até o próximo post.


O texto pode ser encontrado no seguinte link:
https://docs.google.com/viewera=v&pid=sites&srcid=ZGVmYXVsdGRvbWFpbnx1bmJwc3l0dXJtYWt8Z3g6ZGRmM2M5ZTRiNTc2MDhk

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Relações Entre Um Enfermeiro e Um Paciente de PMD.


Caros Leitores, já tem um tempo que não posto coisas nesse blog não? Enfim voltando ao rumo de minhas aulas, nossa postagem hoje será sobre o texto 9, o qual fala sobre uma doença chamada PMD e das relações entre enfermeiros e pacientes de clínicas psiquiátricas.
A relação médico paciente é sempre vista como algo extremamente rígida e profissional, ou pelo menos é a impressão que tendemos a possuir ao assistirmos filmes, ou lermos livros e artigos sobre o assunto. É interessante, neste ponto, a noção que o texto traz para o leitor sobre esse relacionamento entre médicos e pacientes, como a paciente no caso tratado, Sra. R, que foi diagnosticada com PMD, Psicose Maniaco-Depressiva, e sua enfermeira. A interação entre jovem e a psicótica se mostra de certa forma muito informal, isso é demonstrado no texto em diversos diálogos, porém esse tratamento não é de forma alguma anti-profissional, na  verdade muito pelo contrário. A enfermeira sempre procura meios de não parecer impessoal com sua paciente,  chamando- a pelo primeiro nome, ou conversando abertamente com ela, assim sempre tentando incentivar, na mulher, interesse em assuntos diversos, e na recuperação de sua doença. 

No começo do texto é evidente a depressão pela qual Sra. R está passando, sempre em suas entrevistas com a jovem estagiária ela não se demonstra receptiva, murmurando palavras durante suas conversas ou até mesmo fingindo não ouvir ou estar dormindo para não ter de falar. Porém com Ações tomadas pela futura psicóloga, a paciente começa a conversar mais e se sentir melhor para avançar em seu tratamento, o que aparentemente seria algo bom, se isso não representasse apenas mais um dos estágios da doença, pois veja bem pessoas com PMD possuem a tendencia de agirem de forma bipolar, ou seja, se mostrando tristes e de um momento para o outro muito felizes.
Na fase que é chamada de euforia, a Sra. R se demonstra muito conversadora, e começa a agir de forma completamente diferente do que agia no começo de sua estadia no clinica psiquiátrica, passa a fazer amizade com outros internos, e fala mais do que pode ser compreendido durante as entrevistas,fala de sair da clínica e retomar sua vida, assim demonstrando que não está de fato curada de sua doença mas sim somente passando de uma fase dela para outra.
Com o passar do tempo Sra. R é liberada de sua clínica, não de fato curada ainda, porém em condições bem melhores, A enfermeira relata que apesar do tempo que passou internada, a paciente não continuou seu tratamento fora da instituição, o que  pode ser atribuído pela falta de conhecimento de seus familiares, responsáveis pela internação a princípio, e que ela poderá regredir em sua doença sem o acompanhamento devido.
 Apesar de pensarmos que esta relação é sempre fria e calculada, não somente o paciente é influenciado pelo médico como o contrário é demonstrado pelas considerações finais descritas pela estagiária, ela se sentiu por muitas vezes triste, contagiada pela depressão de sua paciente, se sentiu incapaz por não conseguir progredir rapidamente no tratamento.
O texto de fato é muito interessante aconselho a leitura, é fácil e rapidamente lido.

Os textos podem ser encontrados no seguinte site:
https://sites.google.com/site/unbpsyturmak/